Informe sobre o ato médico 2

Médicos vão concentrar procedimentos

Caros amigos, abaixo as informações sobre o ato médico publicadas no Jornal Nacional da Rede Globo no dia 23 de outubro de 2009, torçamos para que haja bom senso e o Senado Federal não aprove este absurdo!

Leia a materia ou vejam o video ao final do post!

Abraços

Deputados aprovaram projeto de lei que atribui procedimentos profissionais exclusivamente a médicos. Pelo texto, nenhum outro profissional pode fazer diagnóstico ou indicar tratamentos de saúde.

Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que atribui uma série de procedimentos profissionais exclusivamente a médicos. Pelo texto, nenhum outro profissional pode fazer diagnóstico ou indicar tratamentos de saúde.

Foram sete anos de discussões no Congresso. O projeto quer definir claramente as atividades que só podem ser exercidas por médicos.

Pelo projeto, o diagnóstico de doenças, a indicação dos tratamentos, cirurgias, anestesias e qualquer procedimento que perfure a pele, como injeções por exemplo. Tratamentos estéticos, com uso ou não de substâncias químicas, e sessões de fisioterapia, por exemplo, também precisariam ser prescritos por um médico.

Pelo projeto, em situações de risco de morte qualquer profissional pode agir. Durante as discussões, ficou decido também que tatuadores e acupunturistas terão uma regulamentação própria, que já está tramitando no Congresso.

Categorias de profissionais da saúde reclamam. Para o Conselho Federal de Fisioterapia, o projeto é um retrocesso porque desconsidera os avanços em outras áreas.

“Dá pena porque uma profissão tão velha quanto a medicina atrasa com esse projeto. Ao invés de avançar, retrocede”, disse Eduardo Favani, do Conselho Federal de Fisioterapia.

O Conselho Federal de Medicina discorda e ressalta a importância do diagnóstico bem feito até em situações que possam parecer simples.

“Esses pequenos problemas podem ser os grandes problemas de amanhã. Uma luxação é um problema que, se não diagnosticada corretamente, pode gerar problemas graves”, explicou o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital.

O projeto ainda precisa ser aprovado no Senado, e, em seguida, sancionado pelo presidente.

VEJA O VIDEO!!!

5 Comentário(s)! Comente mais!

  1. Néia

    Nossa luta continua: Email os Senadores federais:

    adelmir.santana@senador.gov.br; almeida.lima@senador.gov.br; mercadante@senador.gov.br; alvarodias@senador.gov.br; acmjr@senador.gov.br; antval@senador.gov.br; arthur.virgilio@senador.gov.br; augusto.botelho@senador.gov.br; lucia.vania@senadora.gov.br; magnomalta@senador.gov.br; maosanta@senador.gov.br; maosanta@senador.gov.br; crivella@senador.gov.br; crivella@senador.gov.br; marco.maciel@senador.gov.br; marconi.perillo@senador.gov.br; maria.carmo@senadora.gov.br; marinasi@senado.gov.br; marisa.serrano@senadora.gov.br; webmaster.secs@senado.gov.br; mozarildo@senador.gov.br; neutodeconto@senador.gov.br; osmardias@senador.gov.br; osvaldo.sobrinho@senador.gov.br; gab.papaleopaes@senado.gov.br; paulo.duque@senador.gov.br; paulopaim@senador.gov.br; simon@senador.gov.br; raimundocolombo@senador.gov.br; renan.calheiros@senador.gov.br; renatoc@senador.gov.br; robertocavalcanti@senador.gov.br; romero.juca@senador.gov.br; romeu.tuma@senador.gov.br; rosalba.ciarlini@senadora.gov.br; sadicassol@senador.gov.br; sergio.guerra@senador.gov.br; zambiasi@senador.gov.br; serys@senadora.gov.br; tasso.jereissati@senador.gov.br; tiao.viana@senador.gov.br; valdir.raupp@senador.gov.br; valterpereira@senador.gov.br; wellington.salgado@senador.gov.br; wellington.salgado@senador.gov.br; cesarborges@senador.gov.br; cicero.lucena@senador.gov.br; rodrigojahara@yahoo.com.br; cristovam@senador.gov.br; delcidio.amaral@senador.gov.br; demostenes.torres@senador.gov.br; eduardoazeredo@senador.gov.br; eduardo.suplicy@senador.gov.br; efraim.morais@senador.gov.br; eliseuresende@senador.gov.br; ecafeteira@senador.gov.br; expedito.junior@senador.gov.br; fatima.cleide@senadora.gov.br; fernando.collor@senador.gov.br; flavioarns@senador.gov.br; flaviotorres@senador.gov.br; flexaribeiro@senador.gov.br; francisco.dornelles@senador.gov.br; garibaldi.alves@senador.gov.br; geraldo.mesquita@senador.gov.br; gecamata@senador.gov.br; gilberto.goellner@senador.gov.br; gilvamborges@senador.gov.br; gim.argello@senador.gov.br; heraclito.fortes@senador.gov.br; ideli.salvatti@senadora.gov.br; inacioarruda@senador.gov.br; jarbas.vasconcelos@senador.gov.br; jefferson.praia@senador.gov.br; joaodurval@senador.gov.br; joaopedro@senador.gov.br; joaoribeiro@senador.gov.br; jtenorio@senador.gov.br; j.v.claudino@senador.gov.br; jose.agripino@senador.gov.br; josenery@senador.gov.br; sarney@senador.gov.br; katia.abreu@senadora.gov.br; lobaofilho@senador.gov.br

    Excelentíssimo(a) Sr(a). Senadordor(a) Federal,

    A tentativa do ex-senador Geraldo Althoff de transformar o Senado em um palco corporativista afrontando os profissionais da saúde e impedindo o livre acesso da população a esses serviços não prosperou. A resposta da população foi mandar o senador de volta para casa. Congressistas médicos com destaque nacional em suas áreas de atuação, como o saudoso José Aristodemo Pinotti, enalteceram o trabalho multiprofissional e condenaram o corporativismo de alguns médicos.

    Em São Paulo todos os conselhos da saúde, incluindo o CREMESP, celebraram um TERMO DE COMPROMISSO (ver abaixo) respeitando as virtudes de todos os profissionais e seus direitos de fazer o diagnóstico, prescrição terapêutica e prognóstico em suas respectivas áreas de atuação.

    Hoje o Deputado Eleuses Paiva (que assumiu com a morte precoce do Dr. Pinotti) está tentando, junto com o Deputado Ronaldo Caiado, ressuscitar na Câmara do Deputados o PL do ex-senador Althoff. Afirmam de forma equivocada que no mundo os médicos possuem a primazia de determinar sozinhos o que é bom para a população. Na verdade, países desenvolvidos, como os Estados Unidos da América, possuem legislação garantindo à população o direito de livre acesso aos profissionais da saúde.

    O Conselho Federal de Medicina foi buscar em Portugal a inspiração para o atual parecer do deputado Eleuses Paiva aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família. O que os deputados Eleuses e Caiado não estão dizendo para os seus pares é que Portugal está importando os profissionais da saúde do Brasil, pelo fato de sua legislação cartorial não ter permitido o desenvolvimento dessas profissões. Portugal importa esses serviços pela simples razão de que seus médicos não possuem e não teriam tempo, em uma única vida, para adquirir as habilidades e competências dos profissionais da saúde.

    O Dr. Pinotti e seus colegas, de forma sábia, sempre defenderam que jamais existiriam confrontos de atos privativos dos profissionais da saúde se esses entenderem que o mais importante é a vida dos pacientes. A população clama pelas virtudes que cada um dos 3 milhões de profissionais da saúde, incluindo os 340 mil médicos, agrega à vida saudável. Ela não aceita ter 50 milhões de portadores de doenças crônicas e viver uma década a menos. O eleitor está em estado de choque com a informação de que essa tragédia com a saúde ocorre apesar de o Estado gastar anualmente um bilhão de consultas médicas e meio bilhão de exames médicos. Para mudar essa realidade, o Estado precisa acabar com a indústria da doença e respeitar a dignidade dos profissionais da saúde, colocando suas virtudes a serviço da vida saudável.

    É em nome dessa vida que pedimos a Vossa Excelência que vote no parecer do Deputado Lobbe Neto, aprovado pela Comissão de Educação e Cultura. Também solicitamos que sejam feitas pequenas adequações nesse parecer para que fique sacramentado em definitivo o DIREITO DA POPULAÇÃO DE TER LIVRE ACESSO AOS SERVIÇOS DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE.

    Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo

    TERMO DE COOPERAÇÃO ENTRE OS CONSELHOS FISCALIZADORES DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE

    Os gestores da vida têm a obrigação moral e ética de promover o desenvolvimento das inter-relações profissionais, de forma a garantir oferta à população de serviços de saúde de alta qualidade, que coloque os interesses da vida saudável acima de qualquer disputa corporativa. Para proteger a vida é preciso respeito mútuo entre os profissionais da saúde e para tanto, os CONSELHOS FISCALIZADORES DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE com jurisdição no Estado de São Paulo, acordam e celebram o presente termo de cooperação, no qual ficam estabelecidos princípios éticos e morais a serem respeitados pelos respectivos profissionais, através das seguintes cláusulas:

    Artigo 1º. Concordam os signatários do presente que atender aos interesses da vida saudável deve ser a missão de qualquer trabalho multiprofissional.

    Artigo 2º. Concordam os signatários do presente que o reconhecimento das virtudes, habilidades e competências que cada profissional agrega à saúde é o melhor caminho para a promoção das relações entre os profissionais e a melhor forma de servir à vida.

    Artigo 3º. Concordam os signatários do presente que os profissionais devem se abster de qualquer comportamento autoritário na atuação com outros profissionais, clientes ou pacientes, respeitando a independência de atuação de cada profissional, segundo suas atribuições especificadas no âmbito profissional.

    Artigo 4º. Concordam os signatários do presente que no trabalho em equipe, os membros destas devem sempre usar uma linguagem apropriada que respeite e promova as virtudes de cada profissional, usando sempre a referência no plural (“nossa equipe”). O diálogo deve ser entendido como o melhor caminho para resolver possíveis conflitos, promovendo assim ações sinérgicas que desenvolvam a cidadania e a saúde.

    Artigo 5º. Concordam os signatários do presente que todos os profissionais têm direito ao livre acesso a todas as informações técnico-científicas, necessárias para formar suas convicções sobre o diagnóstico, prognóstico e tratamento dos clientes ou pacientes, em suas respectivas áreas de atuação.

    Parágrafo único. Caracterizado o mau uso das informações o profissional responderá ético, civil, e criminalmente.

    Artigo 6º. Concordam os signatários do presente que os gestores dos serviços e/ou profissionais da saúde propiciarão, sempre que possível e necessário, os meios para que o cliente ou o paciente tenha livre acesso a outro profissional, proibido qualquer constrangimento material ou moral.

    Artigo 7º. Concordam os signatários do presente que os gestores dos serviços de saúde devem respeitar o direito de cada conselho fiscalizar o exercício profissional dos seus inscritos nos seus locais de trabalho, bem como as atividades privativas no que se refere ao possível exercício ilegal da profissão.

    Artigo 8º. Concordam os signatários do presente que todos os profissionais devem lutar para que a Constituição Federal seja cumprida, em especial a implementação do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo a oferta de serviços de saúde com qualidade a toda a população, bem como, uma remuneração digna dos profissionais, por parte dos gestores públicos e privados da saúde.

    Assim, estando os signatários presentes cientes das implicações e obrigações assumidas no termo que ora assinam, firmam o presente em duas vias dando publicidade do mesmo a todos os seus jurisdicionados.

    CREMESP, CREFITO-SP, CROSP, CRBM-1ª Região , CRFSP, CREF4-SP, COREN-SP, CRN-3, CRPSP, CRFa-2ª Região, CRMVSP, CRTR-

    Médicos: AUTONOMIA SIM,
    TUTELA NÃO!

    Postado em 26/10/2009
  2. Jaylton

    DIGAM NÃO AO ATO MÉDICO!
    Gente!!Concordo com a Neia! Essa semana o Ato Médico foi aprovado na Câmara…. Agora vai pro Senado… Se esse Ato for aprovado os outros profissionais de saúde, serão ainda menos valorizados, e remunerados.
    Caros colegas colaborem com a nossa luta contra o ato médico,
    enviando e-mail agora para nossos senadores, segue abaixo e-mail dos nossos senadores:

    lucia.vania@senadora.gov.br; magnomalta@senador.gov.br; maosanta@senador.gov.br; maosanta@senador.gov.br; crivella@senador.gov.br; crivella@senador.gov.br; marco.maciel@senador.gov.br; marconi.perillo@senador.gov.br; maria.carmo@senadora.gov.br; marinasi@senado.gov.br; marisa.serrano@senadora.gov.br; webmaster.secs@senado.gov.br; mozarildo@senador.gov.br; neutodeconto@senador.gov.br; osmardias@senador.gov.br; osvaldo.sobrinho@senador.gov.br; gab.papaleopaes@senado.gov.br; paulo.duque@senador.gov.br; paulopaim@senador.gov.br; simon@senador.gov.br; raimundocolombo@senador.gov.br; renan.calheiros@senador.gov.br; renatoc@senador.gov.br; robertocavalcanti@senador.gov.br; romero.juca@senador.gov.br; romeu.tuma@senador.gov.br; rosalba.ciarlini@senadora.gov.br; sadicassol@senador.gov.br; sergio.guerra@senador.gov.br; zambiasi@senador.gov.br; serys@senadora.gov.br; tasso.jereissati@senador.gov.br; tiao.viana@senador.gov.br; valdir.raupp@senador.gov.br; valterpereira@senador.gov.br; wellington.salgado@senador.gov.br; wellington.salgado@senador.gov.br; adelmir.santana@senador.gov.br; almeida.lima@senador.gov.br; mercadante@senador.gov.br; alvarodias@senador.gov.br; acmjr@senador.gov.br; antval@senador.gov.br; arthur.virgilio@senador.gov.br; augusto.botelho@senador.gov.br; cesarborges@senador.gov.br; cicero.lucena@senador.gov.br; rodrigojahara@yahoo.com.br; cristovam@senador.gov.br; delcidio.amaral@senador.gov.br; demostenes.torres@senador.gov.br; eduardoazeredo@senador.gov.br; eduardo.suplicy@senador.gov.br; efraim.morais@senador.gov.br; eliseuresende@senador.gov.br; ecafeteira@senador.gov.br; expedito.junior@senador.gov.br; fatima.cleide@senadora.gov.br; fernando.collor@senador.gov.br; flavioarns@senador.gov.br; flaviotorres@senador.gov.br; flexaribeiro@senador.gov.br; francisco.dornelles@senador.gov.br; garibaldi.alves@senador.gov.br; geraldo.mesquita@senador.gov.br; gecamata@senador.gov.br; gilberto.goellner@senador.gov.br; gilvamborges@senador.gov.br; gim.argello@senador.gov.br; heraclito.fortes@senador.gov.br; ideli.salvatti@senadora.gov.br; inacioarruda@senador.gov.br; jarbas.vasconcelos@senador.gov.br; jefferson.praia@senador.gov.br; joaodurval@senador.gov.br; joaopedro@senador.gov.br; joaoribeiro@senador.gov.br; jtenorio@senador.gov.br; j.v.claudino@senador.gov.br; jose.agripino@senador.gov.br; josenery@senador.gov.br; sarney@senador.gov.br; katia.abreu@senadora.gov.br; lobaofilho@senador.gov.br

    Postado em 26/10/2009
  3. Physioterapy

    RESPOSTA DE UM FISIOTERAPEUTA AO “ATO MÉDICO”
    ED. LOPES, ALBERT DE CASTRO - UNIUBE
    Caros senhores favoráveis ao “Ato Médico”, se o grande problema é
    “prescrever”, por favor, preciso que me prescrevam um tratamento fisioterapêutico para
    um paciente de 45 anos com uma tendinopatia crônica do tendão do músculo supraespinhoso,
    apresentando calcificação no tendão. Ele apresenta história ocupacional de
    trabalho com elevação dos membros superiores acima do nível da cabeça (é vendedor
    de loja de roupas).
    Como é ex-jogador de voleibol, desenvolveu lesão do nervo supra-escapular,
    que culminou numa atrofia do músculo infra-espinhoso. Devido a distúrbios hormonais,
    desenvolveu osteoporose. Na avaliação, apresentou restrição da mobilidade da cápsula
    posterior do ombro, fraqueza dos músculos rotadores internos do úmero (grau 3), além
    de fraqueza de serrátil anterior e trapézio fibras inferiores (graus 4 para os dois
    músculos). A articulação esterno-clavicular também tem sua mobilidade diminuída.
    O que devo fazer, Dr.? Como posso fazer para restaurar a mobilidade da
    articulação? O que é mais indicado: mobilização articular ou alongamento? No caso de
    ser mobilização, que grau devo utilizar? No caso de ser alongamento, é preferível o
    alongamento ser estático ou balístico? Ou seria melhor utilizar de contraçãorelaxamento?
    Qual o tempo adequado de manutenção do alongamento? Ou será que é
    tudo contra-indicado, devido à osteoporose?
    Com relação ao fortalecimento dos rotadores internos do úmero, qual exercício
    seria mais indicado para fortalecer o músculo sub-escapular, importante na estabilização
    dinâmica da articulação gleno-umeral? Devo usar thera-band, halteres, resistência
    manual ou simplesmente realizar exercícios ativos livres?
    Com relação ao serrátil anterior qual exercício seria mais indicado?
    Push-ups? Protração resistida? Exercícios ativos apenas, simulando atividades
    funcionais e procurando evitar movimentos escapulares anormais?
    Tudo isso? Nada disso? E se ele utilizar de compensações para a realização dos
    exercícios, como devo proceder?
    Com relação ao trapézio inferior, é melhor fazer o exercício contra ou a favor
    da gravidade? Devo ou não utilizar de movimentos ativo-assistidos?
    Qual o melhor exercício? Existe tal exercício?
    No caso da restrição da articulação esterno-clavicular, é necessário corrigir
    essa alteração de mobilidade? Se for, é possível corrigi-la? Como proceder. Tem contraindicações
    ou precauções?
    Não podemos nos esquecer de tratar também o tecido lesado (tendão do supraespinhoso).
    Ele apresenta dor moderada ao elevar o membro superior D acima de 90
    graus, que diminui a praticamente zero ao abaixar o braço. É necessária analgesia? Se
    for, que forma TENS? Qual a modulação (frequência, comprimento de onda, duração e
    intensidade)? Ou será que crioterapia é melhor? Em qual forma de aplicação? Por
    quanto tempo? Ou será que nenhuma analgesia é necessária?
    O que posso fazer para estimular o reparo do tendão? US (quantos MHz?
    Quantos W/cm2? Por quanto tempo? Onde aplicar?), Laser (qual a intensidade?
    duração? tem contra-indicações?), exercícios (excêntricos, concêntricos, isométricos,
    resistidos, livres? quantas séries e repetições? Qual o intervalo entre séries? Quantos
    RM? Devo fazer todos os dias ou não? É contra-indicado exercício?).
    Como posso fazer um exercício para supra-espinhoso?
    Por favor, repassem essa mensagem com urgência para todos os médicos com
    competência para me ajudar, pois estou com o paciente afastado do trabalho por
    invalidez e continuo aguardando a “prescrição médica da fisioterapia”, já que sem a
    “prescrição médica”, segundo o ato médico, não posso fazer nada $e nós todos os
    brasileiros, inclusive os médicos estamos pagando para ele não trabalhar. Não deixemos
    esse afastamento virar aposentadoria!
    Concluindo: Sim ao ato médico, desde que os médicos estudem na faculdade
    todo o conteúdo que outras 13 profissões da área de saúde têm em seu currículo.
    Ft. Marco Tulio Saldanha dos Anjos
    CREFITO-4 51246-F

    Postado em 04/11/2009
  4. Shoot, who would have touhght that it was that easy?

    Postado em 21/08/2011
  5. pvL5aL gztaxbqlfulq

    Postado em 22/08/2011

Deixe seu Comentário!

Preencha os campos abaixo. Campos obrigatórios marcados com *
*
*